Nada será como antes: conheça o Universo Seafood Brasil (USB)
Seafood Brasil evolui e se transforma em um universo que se propõe conectar toda a cadeia de pescado em um palco de geração de negócios
12 de maio de 2026
A Seafood Brasil entra em uma nova fase que vai ressignificar a geração de negócios para todos os elos do setor, da produção aquícola e pesqueira à comercialização no varejo e no food service através de uma evolução de sua história: o Universo Seafood Brasil (USB).
A partir de hoje, você já vai ver mudanças visuais que marcam essa nova fase da Seafood Brasil e que, literalmente, traduz o início do USB - veja nosso Instagram, Facebook, LinkedIn e YouTube. Confira os detalhes deste momento histórico em nossa trajetória e o que vai mudar nesse capítulo da nossa caminhada!
A mudança no todoO USB, novo ecossistema da Seafood Brasil, vai redefinir como se consome conteúdo e se faz negócio dentro de nosso segmento. "Entendemos que nosso público ao longo de quase 15 anos não precisa somente de informação, mas também conexões que o deixe perto de quem realmente decide", inicia Ricardo Torres, CEO da Seafood Brasil. "Por isso a Seafood Brasil se transformará num palco de gerações de negócios que atua em uma dor muito específica do setor: encontrar os seus compradores e estabelecer um relacionamento firme e duradouro com eles."
A Seafood Show Latin America foi criada para ser o ápice desse esforço, mas infelizmente ela acontece só uma vez por ano. "Agora, nós temos uma plataforma de impulsionamento de negócios como nunca houve na cadeia produtiva do pescado, onde compradores e fornecedores terão a chance consumir conteúdo, conversar, gerar visibilidade para as marcas e se conectarem o ano inteiro para assim, gerarem negócios a partir desta conexão", completa Torres.
Para coroar essa mudança, nosso leitor já vai notar que toda a marca da Seafood Brasil foi atualizada em nossos perfis de redes sociais, além de nosso site e, principalmente, na revista, que traz não só uma nova logomarca, mas também um novo projeto gráfico – isso falaremos mais para frente.

A tecnologia será um pilar fundamental no USB, com a Inteligência Artificial (IA) sendo o motor dessa inovação. "Todo mundo tem uma opinião sobre o mercado do pescado, mas existe uma diferença brutal entre achar e saber. E isso acontece porque quase ninguém tem dados reais e completos que não só embasem essas opiniões, mas que também entendam os gargalos de cada elo da cadeia", detalha Pedro Carnevalli, novo COO da Seafood Brasil e um dos primeiros no Brasil a trabalhar com as APIs da OpenAI no País.
Neste contexto, Carnevalli explica como essa novidade vai se dar e como ela vai ser útil para a audiência da Seafood Brasil. "Estamos trazendo dados diários que vão revelar o que de fato os decisores de produção, varejo, food service e indústria precisam saber para traçarem suas estratégias com muito mais assertividade", detalha. "Sendo assim, a gente criou o que nenhuma mídia do setor jamais fez: utilizamos a nossa IA proprietária para trazer um grande volume de notícias globais do setor diariamente e fazer um relatório completo com tudo o que os participantes da nossa comunidade precisam saber daquele dia, com a nossa curadoria", pontua o COO.
De acordo com Carnevalli, a Comunidade USB será além de um ponto de encontro de muito network e geração de negócios. “Você entra, participa e cresce, justamente porque cada interação foi pensada para aproveitar o tempo de quem está lá”, destaca.
Para fazer parte da Comunidade Seafood Brasil, clique aqui.
A principal mudança passa pelas formas de entregar conteúdo ao leitor. Antigamente, a Seafood Brasil conversava com você pela revista, até então nosso principal canal de comunicação e que chegava aos nossos leitores a cada dois meses e meio. Agora, o Universo Seafood Brasil vai trazer convergência editorial total entre seus 6 canais de comunicação. “Isso significa que revista, portal, redes sociais, podcasts, WhatsApp e eventos vão funcionar de forma integrada. De forma complementar, todos vão compor um ecossistema de informação contínua”, detalha o CEO, Ricardo Torres.
Na prática, isso significa que sim, a revista continua com cinco edições no ano (incluindo o Anuário). Porém, ela não vai estar mais em “carreira solo”: ela será a âncora de credibilidade que vai alimentar todos os outros canais, tudo funcionando de forma conectada. “Por isso eu falo novamente: o editorial não acabou. Ele se multiplicou para ser onipresente e estar onde o nosso leitor estiver”, reafirma Torres.

Prova de que a revista Seafood Brasil continua firme e forte é que, após 13 anos de história, ela ganhou um novo “traje”: um projeto gráfico completamente reformulado que é a cara dessa nova fase.
“Dá para falar que essa é a realização de um sonho que há muito tempo a gente idealizava. O mais legal é que esse projeto traduz exatamente este momento que estamos vivendo. Não teria hora mais perfeita de isso acontecer. Valeu a espera”, confessa Léo Martins, editor executivo da Seafood Brasil.
Idealizado pela designer da revista, Thalita Medeiros, o novo projeto gráfico vai além da parte estética: a parte editorial também vai trazer mudanças. “As editorias tradicionais se juntarão a novas seções que juntas, vão continuar trazendo tudo o que o setor de pescado precisa saber para continuar bem informado. É o jornalismo de qualidade de que só quem tem 13 anos de história pode fazer”, enaltece Fabi Fonseca, repórter da revista.
Para baixar e conferir a nova cara da revista, clique aqui e veja a Seafood Brasil #63!
No Universo Seafood Brasil, a maneira com a qual as empresas do setor têm suas marcas expostas aos compradores também evoluiu da maneira que era feito antes. “A lógica da mídia digital tradicional é simples: você escolhe um ‘interesse’ genérico e torce para que dentro dessas milhões de pessoas, alguém seja seu cliente”, inicia Tiago Bueno, gerente comercial da Seafood Brasil.
Assim nasceu o Seafood Ads, pilar fundamental do USB que traz para as empresas que fazem parte deste ecossistema a chance de aparecerem não para quem talvez se interesse, mas sim para quem já compra e decide. “São 150 mil dispositivos de compradores reais da cadeia do pescado como produtores aquícolas e pesqueiros, donos de restaurante, varejistas, gerentes industriais, entre outros”, diz Bueno.
O USB alcança 80% do inventário publicitário da internet, extrapolando os limites da mídia proprietária. “Em outras palavras, a empresa vai aparecer em qualquer lugar da internet que esse comprador consome e não somente em nossa revista, site e feira, por exemplo”, acrescenta o gerente comercial.
“Nossa IA identifica quem de fato compra aquele produto específico com frequência. E a gente anuncia somente para essas pessoas”, justifica Pedro Carnevalli. O resultado dessa mecânica é zero desperdício e zero audiência irrelevante, com o orçamento do fornecedor vai 100% para quem importa.
Torres considera que este é o maior passo da Seafood Brasil para reafirmar a posição de uma plataforma de comunicação que utiliza a informação para aumentar o consumo e gerar negócios para a cadeia produtiva do pescado. “Ao acompanhar as mudanças do mercado, deixamos de ser somente uma editora para sermos o motor de desenvolvimento definitivo que o segmento precisava para alcançar novos patamares através da conexão de compradores e fornecedores no canal onde estiverem”, conclui o CEO.

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Créditos da imagem: Seafood Brasil
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