Varejo paulista terá 'otimismo controlado' em 2015

Varejo paulista terá 'otimismo controlado' em 2015

O clima no varejo é de otimismo controlado para 2015, diz a FecomercioSP, diante dos indicadores de 2014. Nos dados relativos a outubro do ano passado, última série disponível, a entidade calculou que o comércio varejista paulista registrou faturamento real de R$ 46,7 bilhões, 3,8% menos na comparação com o mesmo mês de 2013. Ante setembro, no entanto, a receita foi 5,4% superior.

20 de janeiro de 2015

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O clima no varejo é de otimismo controlado para 2015, diz a FecomercioSP, diante dos indicadores de 2014. Nos dados relativos a outubro do ano passado, última série disponível, a entidade calculou que o comércio varejista paulista registrou faturamento real de R$ 46,7 bilhões, 3,8% menos na comparação com o mesmo mês de 2013. Ante setembro, no entanto, a receita foi 5,4% superior.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) segundo informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz).

Esse desempenho negativo foi puxado principalmente pela venda de concessionárias de veículos, lojas de móveis e materiais de construção. Já os supermercados cresceram 6,7% entre outubro de 2014 e o mesmo mês do ano anterior, enquanto no acumulado do ano ficaram em 3,4%.

Já em dezembro, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio no Município de São Paulo (ICEC) somou 102 pontos, queda de 1,5% em relação ao mês anterior, quando chegou aos 103,6 pontos. Na comparação anual, o recuo foi de 14,4%. O indicador, que varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total), é medido mensalmente pela FecomercioSP.

Outro indicador revela um cenário mais positivo. O Índice de Estoques (IE), também calculado pela FecomercioSP, apurou diminuição de 11,8% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado. De dezembro para cá a queda foi de 2,9%. Esse desabastecimento no setor pode levar a mais compras.

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