ABCC x Equador: camarão não está contaminado, diz embaixada
Aquicultura

ABCC x Equador: camarão não está contaminado, diz embaixada

Embaixada equatoriana enviou um boletim informativo para esclarecer informações “mal intencionadas”

27 de setembro de 2019

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Nesta sexta-feira a Embaixada do Equador enviou um boletim informativo onde afirma que o camarão exportado ao Brasil "não está contaminado". O documento equatoriano veio algumas semanas depois de divulgado que a China barrou importações do crustáceo de algumas plantas após ser encontrado a doença da mancha branca em contêiner vindo daquele país, e a Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC) ter postado um informativo nas redes sociais.
 
Segundo o documento equatoriano, as notícias e afirmações que estão circulando nas redes sociais são “mal intencionadas”. As informações sobre a suspensão das importações de camarão equatoriano à China "não estão corretas", diz a Embaixada. “As medidas transitórias adotadas pela China referem-se unicamente a um carregamento de uma só empresa equatoriana e um produto que o Equador não exporta ao Brasil”, frisou.
 
Ainda conforme o boletim informativo, o Equador esclarece que as exportações ao Brasil são apenas de camarão descascado, descabeçado e eviscerado e que estes "não oferecem risco para a saúde, pois são produtos congelados  e totalmente livre de pragas".
 
Em seu post no Intagram, a ABCC diz que "camarão contaminado por doenças virais, como a mancha branca (novas mutações) e cabeça amarela (Yellow head), poderá disseminar vírus nos camarões produzidos nesse país e causar perdas astronômicas, já que a China é o maior produtor e maior importador de camarão do mundo".
 
"A ABCC diante do risco iminente e com base no príncipio da precaução, vem reiterar pedido ao governo brasileiro de proibir a importação de camarões oriundos do Equador e de qualquer país, com potencial risco de causar desastre ambiental, devastando a indústria nacional e contiribuindo para a perda de milhares de empregos que o setor geral", completou. 
 
Os embarques do camarão vannamei equatoriano haviam cessado em julho do ano passado e não têm relação com a doença específica, após decisão de maio da ministra Cármen Lúciaentão presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que atendeu ao pedido do Estado do Maranhão para suspender a importação do crustáceo por razões sanitárias. Entretanto, a atividade foi retomada no final de 2018, após a autorização do novo presidente do STF, Dias Toffoli(leia mais aqui).

 
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