30 anos de Abrapoa: como contornar doenças de organismos aquáticos
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30 anos de Abrapoa: como contornar doenças de organismos aquáticos

Programação especial foi composta por palestras, lançamentos de livros e apresentação de trabalhos acadêmicos

09 de outubro de 2019

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A Associação Brasileira de Patologistas de Organismos Aquáticos (Abrapoa) completou 30 anos de trabalho em 2019 e a comemoração reuniu autoridades, estudantes e especialistas do setor para debater a sanidade dos organismos aquáticos, entre os dias 03 e 04 de outubro, no Parque da Água Branca, em São Paulo/SP. 
 
A programação especial foi composta por palestras, lançamentos de livros e apresentação de trabalhos acadêmicos. O presidente da Abrapoa, Ricardo Takemoto, discursou na abertura do evento e destacou o significado de a data ser comemorada no Parque da Água Branca, já que associação foi fundada no Instituto de Pesca (IP). Depois, Maria José Paiva, pesquisadora científica do IP, fez o lançamento do livro "Biotecnologia e sanidade de organismos aquáticos", cuja autoria ela divide com outros cientistas.
 
Debates
O tambaqui no norte do País foi tema da apresentação de Maurício Martins, da Universidade Federal de Santa Catarina, Fernando Ferreira, da Universidade Federal de São Paulo e Gabriela Jerônimo, da Universidade Federal do Amazonas. O trio discutiu a doença acantocefalose e a sustentabilidade da cadeia produtiva deste peixe com dados e informações sobre as pesquisas realizadas, destacando o aumento de ocorrência da parasitose na região Norte.
 
Em outro painel, o histórico, o cenário atual e as ações de identificação e combate à Tilapia Lake Virus (TiLV), foram apresentados por Henrique Cesar Figueiredo, Professor da Universidade Federal de Minas Gerais, com comentários iniciais do cientista WinSurachetpong, da Kasetsart University, da Tailândia. 
 
A Tilv permaneceu no centro do debate com Valéria Stacchini, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que comentou sobre as principais ações de manutenção do Brasil para continuar livre do TiLV e de prevenção de sua entrada no País. Para Stacchini, a existência do Plano de Contingência deve ser conhecido por todos os órgãos, pesquisadores e envolvidos do setor. Tal plano também foi abordado na apresentação de Eduardo Ono, da Comissão Nacional de Aquicultura (CNA), que sublinhou a necessidade de fortalecer o plano no Programa Aquicultura com Sanidade e no Plano Forma Jovem Segura.
 
As estatísticas da aquicultura no País e as tecnologias na pesquisa em sanidade de animais aquáticos também foram abordadas em outro painel pelos professores Rafael Diego da Rosa, da Universidade Federal de Santa Catarina, Guilherme Tavares, da Universidade Nilton Lins e Felipe Pereira do Centro Universitário Avantis.
 
Crédito da imagem: Engbretson/Pixnio 

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